|
NOTA À IMPRENSA - Sobre a morte dos operários na construção da barragem do Rio Tua |
PCTP/MRPP denuncia a morte dos operários na construção da barragem do Rio Tua como um crime e exige a suspensão imediata do projecto de construção daquela barragem
A morte de três operários ocorrido hoje, perto de Mirandela, nas obras de construção da barragem do Rio Tua, merece uma firme denúncia por parte do PCTP/MRPP, desde logo pelo facto de os trabalhadores portugueses e imigrantes continuarem a ser vítimas de condições de trabalho e de exploração criminosas por parte de empreiteiros e capitalistas sem escrúpulos que acabam invariavelmente por ficar impunes, aqui ainda mais grave visto que o dono da obra é a empresa pública EDP.
|
|
Ler mais...
|
|
|
CAVACO PROVEDOR DOS CAPITALISTAS |
«CAVACO nunca foi o presidente de todos os portugueses mas sempre se assumiu como o presidente dos capitalistas e padrinho do governo de traição nacional PSD/CDS e da política que este, com a cumplicidade do PS, prossegue contra os trabalhadores portugueses, a mando da tróica.
É, pois, uma afronta e uma provocação que Cavaco se tenha vindo auto-intitular provedor do povo, quando momentos antes acabara de assumir que teve uma intervenção (ilegítima e ilegal) directa na elaboração e aprovação das medidas anti-operárias e anti-populares saídas da última reunião da concertação social, onde, como se sabe, obtiveram também o apoio da UGT.
|
|
Ler mais...
|
|
|
CONTINUAR A LUTA CONTRA O TRABALHO FORÇADO E AS MEDIDAS TERRORISTAS DO GOVERNO DE TRAIDORES PSD/CDS! |
|
Postamos aqui este comunicado do partido, distribuído hoje logo pela manhã - notícias frescas numa manhã fria, acolhidas pelas massas com um forte calor de revolta contra o governo e os traidores da UGT! "Vamos à guerra!", reagia assim um dos cidadãos, quando lhe dizíamos sobre o que versava o comunicado.
1. Os patrões aplaudiram as medidas terroristas do governo contra os trabalhadores e a UGT aceitou subscrever essas medidas como contrapartida do trabalho forçado de meia hora, defendendo agora descaradamente que os trabalhadores têm de vergar às exigências da tróica germano-imperialista.
Numa palavra, o consenso dos capitalistas à volta de um governo de traidores.
2. O que saiu agora da concertação social não é senão a continuação da política do trabalho forçado e da consagração prática do que há muito denunciámos – o governo PSD/CDS, acolitado pelo PS e pelo Presidente da República, tem apenas um único objectivo: como governo de lacaios e traidores que é, pretende apenas encher os bolsos do grande capital financeiro, representado pela tróica germano-imperialista, à custa do esmagamento da classe operária e dos trabalhadores portugueses
|
|
Ler mais...
|
|
|
NOTA À IMPRENSA (17/01/2012) |
|
AS NOVAS MEDIDAS ANUNCIADAS PELO GOVERNO PSD/CDS NA CONCERTAÇÃO SOCIAL MERECERÃO UMA RESPOSTA ADEQUADA DOS TRABALHADORES
1. Os patrões aplaudiram e a UGT aceita o trabalho forçado como base de negociação e defende o princípio de que os trabalhadores têm de vergar às exigências da tróica germano-imperialista.
Numa palavra, o consenso dos capitalistas à volta de um governo de traidores.
2. O que saiu hoje da concertação social não é senão a continuação da política do trabalho forçado e da consagração prática do que há muito denunciámos - o governo PSD/CDS, acolitado pelo PS e pelo Presidente da República, tem apenas um único objectivo: como governo de lacaios e traidores que é pretende apenas encher os bolsos do grande capital financeiro, representado pela tróica germano--imperialista, à custa do esmagamento da classe operária e dos trabalhadores portugueses.
|
|
Ler mais...
|
|
|
|
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 6 7 8 9 | Seguinte > Final >>
|
| Resultados 1 - 5 de 44 |